


Os brasileiros estão de luto e ainda sem conseguir compreender e tampouco aceitar o fato trágico e inédito no país, ocorrido na manhã desta quinta-feira (07.04.11), numa escola em Realengo-RJ, quando um ex-aluno que se fez passar por palestrante entrou e atirou em várias crianças e adolescentes, deixando um saldo de 12 crianças mortas e quase 30 feridas, algumas em estado muito grave. O assassino, após ser surpreendido por policiais militares, cometeu suicídio.
Medo, revolta, indignação e tristeza profunda são alguns dos sentimentos que tomam conta do coração de todos que acompanham os noticiários no Brasil e no mundo, que continua em choque diante de tão brutal violência cometida por um ser humano.
Ao ver o desespero das famílias que tiveram covardemente arrancadas do seu convívio, essas crianças, que sequer tiveram a chance de se defender, é impossível não se emocionar e sentir quase a mesma dor que elas sentem.
Diante desse crime hediondo, pairam as dúvidas: O que poderia ter sido feito para evitar esse massacre e o que deverá ser feito daqui pra frente para que não volte a acontecer? A resposta não é simples e tem que ser estudada, entretanto, sabemos que todos temos que dividir as responsabilidades: Os pais, que devem prestar mais atenção aos filhos, desde a primeira fase da vida e verificar possíveis distúrbios para que tão logo busquem ajuda profissional; Os professores que darão continuidade à educação dada pelos pais e que também terão o papel de não só observar o comportamento das crianças, mas também de agir para que estas tenham a melhor formação e se tornem indivíduos de bem; Os governantes que tem a obrigação de tirar as armas das ruas, que muitas vezes vão parar nas mãos das próprias crianças e adolescentes. Além disso, medidas enérgicas de segurança devem ser tomadas para que estas armas não entrem em escolas e em locais públicos.
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